Hoje, os meus passos
; para lá, para cá.
E o tempo que se fez...
E o tempo o que faz?
E mais o que fazemos dele?
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Hoje
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Lançamento...
«Antes de me afastar demasiado de mim
apurei-nos, em toda a geistória, este momento
: as pétalas sacrificiais de Santa Teresinha, a água com sal para os pés.
Incensários volatilizam o verso sesquipedal
em heréticas viagens iconoclastas e cristalinos vómitos de alma&lama.
As fontes? A autobiografia de setenta e dois anjos, nove livros perdidos da Lemuria e da Atlântida, cem queimados da Alexandria e da Inquisição,
dez que ainda não se escreveram, doze que jamais saberei.»
apurei-nos, em toda a geistória, este momento
: as pétalas sacrificiais de Santa Teresinha, a água com sal para os pés.
Incensários volatilizam o verso sesquipedal
em heréticas viagens iconoclastas e cristalinos vómitos de alma&lama.
As fontes? A autobiografia de setenta e dois anjos, nove livros perdidos da Lemuria e da Atlântida, cem queimados da Alexandria e da Inquisição,
dez que ainda não se escreveram, doze que jamais saberei.»
Dia 21 de Novembro (domingo) pelas 17:20h
na Biblioteca Municipal de Gaia
lançamento do livro paradox.sou
de Suzana Guimaraens
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
É possível uma Evolução Espontânea?

Todos conhecemos histórias de pessoas que recuperaram, aparentemente de forma milagrosa, de uma doença; mas poderá o mesmo fenómeno acontecer ao Mundo? Segundo o biólogo e pioneiro Bruce H. Lipton, não só é possível, como já está a ocorrer.
No livro "Evolução Espontânea", este especialista, de renome mundial na ciência emergente da epigenética, revela como a mudança na nossa compreensão da biologia irá ajudar-nos a navegar por este período turbulento da história do nosso planeta e como cada um de nós pode participar nesta mudança global.
Em colaboração com o filósofo político Steve Bhaerman, Bruce Lipton convida os leitores a analisarem:
* os pilares "inquestionáveis" da biologia, incluindo a evolução aleatória, a sobrevivência do mais apto e o papel do ADN;
* a relação entre a mente e a matéria;
* como as nossas crenças acerca da natureza e da natureza humana moldam a nossa política, cultura e vida individual;
* e como cada um de nós pode tornar-se "células-tronco" planetárias de apoio à saúde e ao crescimento do nosso mundo.
Ao questionarmos as velhas crenças que nos trouxeram até onde estamos hoje e que nos mantêm presos ao status quo, poderemos desencadear a evolução espontânea da nossa própria espécie?
"Sobre os Autores:
Dr. Bruce H. Lipton é uma autoridade, internacionalmente reconhecida, em fazer a ponte entre a ciência e o espírito e uma voz de liderança na nova biologia. Biólogo celular por formação, ele leccionou na Universidade de Wisconsin School of Medicine e, posteriormente, realizou estudos pioneiros na Universidade de Stanford. Autor de The Biology of Belief (em português, A Biologia da Crença), tem sido orador convidado em centenas de programas de TV e Rádio, bem como apresentador principal de conferências nacionais e internacionais.
Steve Bhaerman é escritor, humorista e comentador político e cultural, que tem escrito e sido comediante iluminador, como Swami Beyondananda, há mais de 20 anos. Pioneiro em educação alternativa e publicações holísticas, Steve está activo na política transpartidária e na aplicação prática da Evolução Espontânea."
Depois de o ter lido "de ponta a pavio", diria: aconselhável à Alma de cada cidadão-célula...
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Gosto de...
... Caminhos alternativos, "à última da hora".
De descobrir o que vive por baixo dos meus passos.
De sentir como a luz revela formas extintas, sobretudo, ao declinar do dia.
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terça-feira, 1 de junho de 2010
Rastos
No ano da Bio-diversidade, pelas dunas da "minha praia", brotam flores (com pouco mais de um centímetro de diâmetro) que eu nunca antes tinha visto.
(Andarei mais atenta, ou ter-se-á o habitat tornado mais materno?)
Por escassas, todavia inteiras, milésimas de segundo, não quero saber dos paradoxos do mundo, a não ser daquele instante em que sou com e como elas - efémera e frágil, mas Sou/Somos.
Por essa razão aqui escrevo: para, "volta e meia", relembrar-me que estou aqui de passagem e Lhe pertenço.
Para, através da tecnologia, partilhar memórias da Terra, com quem, virtualmente, por aqui passa, porém, terrenamente sente.
Porque este post mais não é do que um mero rasto virtual do que existiu e já não existe, mas não se quer tão cedo esquecido.
Ou talvez tudo não passe de um egocentrismo doentio e de um indescritível medo da morte... Talvez.
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domingo, 30 de maio de 2010
Aparição?
As questões poderão ser muitas:
- "Quem o/a colocou lá?"
- "O que representaria para essa pessoa?"
- "Representaria algo ou alguém, de facto?"
- "A direcção seria intencional?"
- "Para quê?
- ...
Ou, legitimamente, questão nenhuma.
Apenas sei que não fui eu "a artista da instalação". Atrevi-me, sim, a chegar perto e a fazer vários clicks com a minha Olympus (entre estas e outras interrogações) com a regular exclamação pelo meio: "- Mas que coisa estranha!..."
Mais, atentemos: está de pé com os olhos fechados - não costuma ser ao contrário?!
Inesperadamente, a praia tornou-se num labirinto de espelhos. Desta vez, felizmente, sem lixo doméstico ou industrial à vista desarmada.
Enfim, mais uma coisa que não interessa a ninguém...
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Finalmente :-)
Um maiúsculo BEM HAJA aos trabalhadores da Câmara Municipal de Gaia e a quem quer que esteja por detrás da ordem de limpeza das praias da nossa Gaya.
É verdade que o dinheiro e as estatísticas movem montanhas, mas a auto-motivação é sempre o mais eficaz dos combustíveis (não-poluentes).
“– É para o jornal, menina?” – Pergunta um deles com um sorriso aberto, enquanto depositava plásticos num camião.
“– Não, é para um blogue.” – Respondi, quase assertiva.
“– Se alguma vez na vida pensei vir a ouvir tal coisa!…” - Exclama outro, do areal, quando eu já me afastava.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Homem que caminha
No que pensará aquele homem que caminha? Na vida, na morte? Terá projectos? Saudades?
Por que andará sozinho, como eu - vezes que já perdi a conta?
"Areia não rima com lixeira…? Ou “e eu, como vim parar a esta praia?”
Será, assim, vago o meu vulto ao longo deste areal de plásticos-outrora-domésticos, como se Mar não fosse Casa?
Parecerei, assim, livre e alienada aos olhos dos que julgam que me vêem de longe?
Caminhamos numa praia que é de restos de espelhos.
Mais uns passos e… Afinal, é o meu pai :-)
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Transformação, talvez.
(Perto da "minha" Praia)
Há que dizê-lo: mesmo em criança nunca fui muito nessa coisa de "finais felizes". Não por não aceitar a felicidade enquanto conceito e realidade tangível; mas porque a existência de um princípio, bem como a de um fim, nunca tiveram o sentido profundo que buscava.
Faltava sempre, sempre qualquer coisa... E o antes e o depois? Sendo que, haveria um "antes" e um "depois"?
Terão os heróis sido privados do seu direito à involução ou à evolução, apenas porque alguém decretou um Era uma vez... e um ... e viveram felizes para sempre?
Mas, falemos de transformação e: talvez! Não à guisa de Alfred Hitchcock, Antoine Lavoisier ou à de alguns físicos quânticos. À minha guisa, mesmo, com todos os meus arcaismos, paradoxos e bancos vazios.
Até sempre.
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domingo, 8 de novembro de 2009
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