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domingo, 27 de setembro de 2009

Ouro, sim.





















O Seu Olhar Dourado e o Seu Coração Dourado captaram um momento Dourado.
Só quem está conectado ao Ouro compreende o Ouro. Não o ouro de mina que mina, não. É Ouro de cima, que contagia e amplia, que jamais oxida. Não é: "é a vida!" (vidinha de mineiro...) - é Vida! É o Filão. O derradeiro contacto.
Que se expanda, pois, o Ouro no tempo e no espaço. Que estes momentos dourados reverberem através de nós, até ao âmago dos outros seres - que também se querem dourados - e se convertam em mais do que meras orações e minutos esparsos. Que a alquimia aconteça entre campos de trigo, mergulhos ao pôr-do-sol, filas de trânsito...
Asas para quê?! Se já somos? Se, assim mesmo, voamos cada vez mais alto? Se, assim mesmo, ofuscamos cada vez mais? Se, assim mesmo, é que vale mesmo a pena?

"Que assim seja." Assim já é.

domingo, 16 de novembro de 2008

Clandestinando


(Firenze - foto "sacada" à guisa de Bond Girl)


Quando a transgressão se limita a tirar uma foto e, na verdade apetecia muito mais, instala-se uma incómoda sensação de tédio. Trazer o David para casa não me passaria pela cabeça, nem tão pouco um dedo, mas...
No dito "turismo de massas", que temporiza a nossa própria fruição e que nos encaixa em pacotes, digam lá se não apetecia rasgar com os "cânones neo-clássicos" e imaginar um filme inteiramente diferente rolar... Uma escultura que se re-esculpe, um descer do pedestal, o homem rumo ao pedestal, a fotografia da fotógrafa pela estátua. Ou apenas fugir.
Eu iria jurar que, com esta, o David me piscou no olho, assim meio de soslaio...





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