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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Fim?

Fim? Não, obrigada.

Felicidade? Sempre que quisermos.


Abraç*-Vos

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Transformação, talvez.























(Perto da "minha" Praia)

Há que dizê-lo: mesmo em criança nunca fui muito nessa coisa de "finais felizes". Não por não aceitar a felicidade enquanto conceito e realidade tangível; mas porque a existência de um princípio, bem como a de um fim, nunca tiveram o sentido profundo que buscava.
Faltava sempre, sempre qualquer coisa... E o antes e o depois? Sendo que, haveria um "antes" e um "depois"?
Terão os heróis sido privados do seu direito à involução ou à evolução, apenas porque alguém decretou um Era uma vez... e um ... e viveram felizes para sempre?

Mas, falemos de transformação e: talvez! Não à guisa de Alfred Hitchcock, Antoine Lavoisier ou à de alguns físicos quânticos. À minha guisa, mesmo, com todos os meus arcaismos, paradoxos e bancos vazios.

Até sempre.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Ritual


















Gosto de dançar ao som do vento e do crepitar do fogo.

domingo, 27 de setembro de 2009

Ouro, sim.





















O Seu Olhar Dourado e o Seu Coração Dourado captaram um momento Dourado.
Só quem está conectado ao Ouro compreende o Ouro. Não o ouro de mina que mina, não. É Ouro de cima, que contagia e amplia, que jamais oxida. Não é: "é a vida!" (vidinha de mineiro...) - é Vida! É o Filão. O derradeiro contacto.
Que se expanda, pois, o Ouro no tempo e no espaço. Que estes momentos dourados reverberem através de nós, até ao âmago dos outros seres - que também se querem dourados - e se convertam em mais do que meras orações e minutos esparsos. Que a alquimia aconteça entre campos de trigo, mergulhos ao pôr-do-sol, filas de trânsito...
Asas para quê?! Se já somos? Se, assim mesmo, voamos cada vez mais alto? Se, assim mesmo, ofuscamos cada vez mais? Se, assim mesmo, é que vale mesmo a pena?

"Que assim seja." Assim já é.

domingo, 6 de setembro de 2009

sábado, 28 de março de 2009

Indecisões

Irei mesmo embalsamar a Alma com coisas? Ou insuflar as coisas com a Alma? Haverá, depois, diferença entre umas e Outra?
E o Espírito, espero ou viro já a esquina?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Eu acredito II




Eu acredito I




Untitled




Nothing else to do: Am I a master piece or a piece' a'...?


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Uns e Zeros


(Igreja perto de )





Eu

sábado, 28 de junho de 2008

Criemos


"Os predadores avassalam suas vítimas. A cada momento, inventam novo nome para designar a mesma predação: colonialismo, imperialismo e, agora, globalização. O Mercado, que é sujeito e mentor da globalização, invade a intimidade de nossas casas, na TV e nos jornais, na Internet e no telefone, para nos obrigar a comprar e recomprar os seus produtos.
O Mercado cria a moda e os padrões de Arte. Nega a verdadeira Arte, pois que Arte é a diversidade e não a reprodução ad infinitum da mesma idéia ou coisa.
O Mercado quer que compremos a mesma marca de tênis e o mesmo rosto de ator, a mesma lavadora de roupa usada pela atriz da telenovela, ou pela sua criada negra.
A globalização não quer globalizar a fraternidade, a medicina preventiva, a luta contra a fome. Quer criar Mercado e, por isso e para isso, não cria a mercadoria que vai satisfazer as necessidades do consumidor: cria os consumidores que vão satisfazer as necessidades do Mercado.
O Mercado quer destruir a Arte que nasce no coração de cada um de nós, e substituí-la pelo simulacro de arte exposto e proposto pela mídia, onde o nosso lugar é no auditório que aplaude sob comando, e ri quando mandado.
Para lutarmos contra a globalização temos que desenvolver, em cada um de nós, o artista que vive dentro de nós, e que foi amordaçado quando nos obrigaram à condição de apenas espectadores."

Por Augusto Boal
Excerto de um Texto publicado na Revista Teatro/CELCIT. Nº 32

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