A pedido da Néné, que a conheceu pessoalmente na E.B.2/3 de Vila d'Este, e porque SIM.
Se eu morrer de manhã
abre a janela devagar
e olha com rigor o dia que não tenho.
Não me lamentes. Eu não entristeço:
ter tido a noite é mais do que mereço
se nem conheço a noite de que venho.
Deixa entrar pela casa um pouco de ar
e um pedaço de céu
- o único que sei.
Talvez um pássaro me estenda a asa
Que não saber voar
foi sempre a minha lei.
Não busques o meu hálito no espelho.
Não chames o meu nome que eu não venho
e do mistério nada te direi.
Diz que não estou se alguém bater à porta.
Deixa que eu faça o meu papel de morta
Pois não estar é da morte quanto sei.
Rosa Lobato de Faria
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
sábado, 5 de dezembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Para a Néné e para o Bambi
Está viva! Ela e nós.
Não sei se vos tinha dito, mas gosto delas vivas, de raiz na Terra e pétalas no Ar.
Bem hajam... Porque convosco a vida é mais Vida.
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Gosto de...,
Néné
sábado, 21 de março de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
Obrigada, Néné!
Não, não é por todas as "coisas" que me-Nos dás, compulsivamente. Lembras-te da Joana ter oferecido a grinalda que lhe fizeste a uma menina que apareceu por lá? Logo de seguida, tu ofereceste-lhe outra, sem hesitar. Foi esse "sem hesitar", Néné... Por isso, se fores "algo", também és fada.
Eu
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