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quinta-feira, 10 de março de 2011

Até Sempre!



Aldeia I

Comecemos pelo fim


: Bem-hajam todos Aqueles que por aqui coisaram e Aqueles que por aqui coisarão!


O livre arbítrio e o caos – sem coincidências – conjugaram-se. E os circuitos continuam a existir no cyber-espaço e algures por cima das nossas cabeças. Aqui e agora o tempo estacionou, na Primavera de 2011 – que se tornou perpétua graças à palavra e à tecnologia. Quem diz “aqui”, diz uma ponte entre mundos; tal como nós: Pontes. Talvez um derramar anárquico e terno, sempre parcial, embora inteiro na sua essência, de uma parcela do meu pequeno mundo – uma ínfima face do poliedro. A música, as imagens, as palavras – um único Texto – a partir de, e para o Outro, através de Nós. Aglutinando o ortodoxo e o heterodoxo, a sombra e a luz, o passado e o futuro, preenchendo os espaços intra-atómicos, com todas as contradições de quem está em crescimento; no entanto, adivinhando o Absoluto, não tocando, não entrelaçando, mais do que abraçando: fundindo.


Assim se forjam Seres Inteiros. Quem diz “aqui”, diz uma auto-invenção, uma reescrita, um levantamento, uma expiação, uma secreção dos medos e das ignorâncias, rumo à regeneração, à re-evolução celular. A expansão de um pequeno astro rumo ao Sol maior, cada vez mais volitivo, consciente e livre.


Acabemos, pois, no princípio


: dizem ser tempos de crise, de uma terceira guerra-mundial, disfarçada de “loja-chinesa”. Porém, o Português é mais poeta, mais músico, mais dançarino do que nunca – mais Artista. Por força das circunstâncias, é certo; e não raras vezes, indisciplinadamente, sem ter lido, sem ter escutado, sentido todos os grandes escritores, compositores ou realizadores; sem ter ido para além de Espanha ou das auto-estradas do velho continente. Estamos, todavia, perante um povo que tem voz e que irrompe contra um governo desgovernado por lobbies do dinheirinho à escala mundial. Um povo que começou a não votar e começou a Criar. Um povo que se afasta das instituições obsoletas e que se aproxima cada vez mais de si mesmo, da sua própria direção executiva, do seu governo uterino. Um povo que contesta o júri de um festival da canção, porque a palavra “luta”, aliada a dança e a alegria, faz mais sentido do que toda a técnica vocal e instrumental juntas. Talvez um povo culturalmente em estado embrionário, onde a Poesia ainda não atingiu a massa crítica, é certo. A questão que paira é: será a culpa da Poesia ou do Homem? "Estamos na iminência de Algo" e só não sente quem não quer ou não consegue, ainda.


Irmãos-de-Ser além fronteiras, Amigos, meu Amor: tertúlias e manifs já não chegam! É preciso deixar o café e o palco, ir para a rua, da cidade à aldeia, de porta em porta, dar as mãos e os olhos, dançar, tocar, pintar, abraçar, ressuscitar as vozes e os passos adormecidos, conceber de raiz Coisas com a Alma inteira, sem caridade, sem maniqueísmos. Alma, lama, mala... E tudo dentro.


Espaço para o Espírito descer à Voz e às Mãos; para libertar o "Corpoema", para arrancar a trela ao Coração. O Âmago Último já nos habita. É uma questão de tempo, sendo que, no A Alma Em Coisas, apesar das datas, o tempo, realmente, nunca existiu...


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Medicina reconhece a Alma?

Uma nova postura da Medicina (de muitos) frente aos desafios da Espiritualidade (de, conscientemente, ainda tão poucos)?

Atentemos à palestra sobre a glândula pineal do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico brasileiro que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:

"A Obsessão Espiritual como doença da Alma, já é reconhecida pela Medicina http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=08634
Em artigos anteriores, escrevi que a Obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito.
No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social.

Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do ser humano e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, psicológico e espiritual. Desta forma, a Obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - O Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual obsessora.

O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença. Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença. Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos -nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura - bem como na interferência de um ser desencarnado das trevas, a Obsessão espiritual.

Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios. O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.

Na Faculdade de Medicina da USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.

Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.

Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratarem-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica, a grande maioria de meus pacientes, que são rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência) , na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico.

Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o ser integral.

Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada, para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo."

Texto de Osvaldo Shimoda


(Palestra Completa "Glândula Pineal - Dr. Sérgio Felipe de Oliveira")

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Querido Blogue,

A extremidade da Eternidade é este momento.

Eu

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