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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Marcadores de Livros






















Cada um é uma Coisa única (sim: desenhado e pintado à mão).
Cada um custou-me cinco euros (sim: perdi a cabeça).

Mas há mais, muito mais, para além de marcadores. Para vosso deleite - simples! - basta ir à casa ao lado.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Porto... Somos Nós ;-)

























(Montagem de Bambi com coordenação gráfica de Néné)

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pedras Vivas







Vi-as e, iria jurar, elas a mim.
É daquelas coisas que gostaria de ter sido eu a almar...

domingo, 25 de janeiro de 2009

Obrigada, Néné!



Não, não é por todas as "coisas" que me-Nos dás, compulsivamente. Lembras-te da Joana ter oferecido a grinalda que lhe fizeste a uma menina que apareceu por lá? Logo de seguida, tu ofereceste-lhe outra, sem hesitar. Foi esse "sem hesitar", Néné... Por isso, se fores "algo", também és fada.




Eu

sábado, 28 de junho de 2008

Criemos


"Os predadores avassalam suas vítimas. A cada momento, inventam novo nome para designar a mesma predação: colonialismo, imperialismo e, agora, globalização. O Mercado, que é sujeito e mentor da globalização, invade a intimidade de nossas casas, na TV e nos jornais, na Internet e no telefone, para nos obrigar a comprar e recomprar os seus produtos.
O Mercado cria a moda e os padrões de Arte. Nega a verdadeira Arte, pois que Arte é a diversidade e não a reprodução ad infinitum da mesma idéia ou coisa.
O Mercado quer que compremos a mesma marca de tênis e o mesmo rosto de ator, a mesma lavadora de roupa usada pela atriz da telenovela, ou pela sua criada negra.
A globalização não quer globalizar a fraternidade, a medicina preventiva, a luta contra a fome. Quer criar Mercado e, por isso e para isso, não cria a mercadoria que vai satisfazer as necessidades do consumidor: cria os consumidores que vão satisfazer as necessidades do Mercado.
O Mercado quer destruir a Arte que nasce no coração de cada um de nós, e substituí-la pelo simulacro de arte exposto e proposto pela mídia, onde o nosso lugar é no auditório que aplaude sob comando, e ri quando mandado.
Para lutarmos contra a globalização temos que desenvolver, em cada um de nós, o artista que vive dentro de nós, e que foi amordaçado quando nos obrigaram à condição de apenas espectadores."

Por Augusto Boal
Excerto de um Texto publicado na Revista Teatro/CELCIT. Nº 32

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