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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de junho de 2010

segunda-feira, 26 de abril de 2010

For George - a Friend MIHAEL





Yes, it may be Springtime

Inside us, too...

Here

Peace is more than a word,

More than a memory left behind,

More than a concept for tomorrow.



Suzana HABUHIAH

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Uma questão a não pensar


a António Pedro Ribeiro


Só seremos poetas quando soubermos
posicionar os Corpos ao levantarmo-nos da cama
todas as manhãs.
Desengane-se quem julga que tem que ver com caneta e papel,
inspiração, uns libertadores copos e leituras referenciais a mais:
essa Força criadora também não selecciona horas, objectos ou rudimentares
estados emocionais;
para ela a paixão tem o valor de uma pedra, o tumulto o esguicho de uma maçã trincada, a meiguice a primeira aguada
[porque tudo é Uno quando sabes quem és]
mesmo emaranhado nas rotineiras demãos e,
se fores poeta,
saberás que a tua cor não se esbaterá nessa tela do obscurecimento
dos mitos parciais,
saberás que te encontras inteiro, mesmo que espartilhado;
porque o futebol, a literatura, a religião, a política,
todo o dinheiro que compra as marcas,
os gajos bons e as gajas boas de mamas boas,
dissolvem-se nesse Verso Maior que és tu desde o início da Eternidade
em que já eras o Verbo
e o Sujeito, com todos os Predicados e todos os Complementos:
as caixas de comprimidos, a mãe, os amigos dos amendoins tertulianos, as musas cibernéticas e antitéticas
e as horas que marcas a sós contigo para te desencontrares.

“A questão” já não é se queres pensar como os filósofos e escrever como os poetas, ou vice-versa.
“A questão” é para quê pensar tanto – tantos os conceitos, tantas as palavras! –
sendo que já és o homem-poema-Coração-por-se-escrever.


Suzana Guimaraens

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Ars Efemera

Quando de palavras monocromáticas e sensaboronas andam as bocas cheias, nada como uma instalação (sim, mais uma) 100% caseira e comestível para nos reactivar os sentires e os ânimos e nos fazer esquecer a sensaboronice das rotinas e das "crises".




(Atente-se nas gambas semidesnudas-semifritas, na subtil-negligeé raspa de laranja a dançar com o Parmigiano-Reggiano camuflado, apenas em forma, na linguini serpenteante nos sucos ai frutti di Mare... Ai.)


(Repare-se na cadência das nozes entre e ao sabor da integralidade da massa...)

Claro que se admitem uns tantos "hmmmnnnnn" enquanto se mastiga; mas, enfim, não se trata, propriamente, de palavras... São sons que integram a instalação que o artista-quereria-ele-apenas-ser-efémero, sabiamente, já previa.
E a conversa até pode ser da treta ao Barack Obama, mas os sentidos - pelo menos os meus - esses estarão sempre mais empenhados em devorar arte...

É. Eu tenho destas coisas.




Obrigada!






Suzanna, toujours gourmande

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