sábado, 30 de outubro de 2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

É possível uma Evolução Espontânea?





Todos conhecemos histórias de pessoas que recuperaram, aparentemente de forma milagrosa, de uma doença; mas poderá o mesmo fenómeno acontecer ao Mundo? Segundo o biólogo e pioneiro Bruce H. Lipton, não só é possível, como já está a ocorrer.

No livro "Evolução Espontânea", este especialista, de renome mundial na ciência emergente da epigenética, revela como a mudança na nossa compreensão da biologia irá ajudar-nos a navegar por este período turbulento da história do nosso planeta e como cada um de nós pode participar nesta mudança global.
Em colaboração com o filósofo político Steve Bhaerman, Bruce Lipton convida os leitores a analisarem:
* os pilares "inquestionáveis" da biologia, incluindo a evolução aleatória, a sobrevivência do mais apto e o papel do ADN;
* a relação entre a mente e a matéria;
* como as nossas crenças acerca da natureza e da natureza humana moldam a nossa política, cultura e vida individual;
* e como cada um de nós pode tornar-se "células-tronco" planetárias de apoio à saúde e ao crescimento do nosso mundo.

Ao questionarmos as velhas crenças que nos trouxeram até onde estamos hoje e que nos mantêm presos ao status quo, poderemos desencadear a evolução espontânea da nossa própria espécie?


"Sobre os Autores:

Dr. Bruce H. Lipton é uma autoridade, internacionalmente reconhecida, em fazer a ponte entre a ciência e o espírito e uma voz de liderança na nova biologia. Biólogo celular por formação, ele leccionou na Universidade de Wisconsin School of Medicine e, posteriormente, realizou estudos pioneiros na Universidade de Stanford. Autor de The Biology of Belief (em português, A Biologia da Crença), tem sido orador convidado em centenas de programas de TV e Rádio, bem como apresentador principal de conferências nacionais e internacionais.
Steve Bhaerman é escritor, humorista e comentador político e cultural, que tem escrito e sido comediante iluminador, como Swami Beyondananda, há mais de 20 anos. Pioneiro em educação alternativa e publicações holísticas, Steve está activo na política transpartidária e na aplicação prática da Evolução Espontânea."

Depois de o ter lido "de ponta a pavio", diria: aconselhável à Alma de cada cidadão-célula...

domingo, 17 de outubro de 2010

Let me...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Medicina reconhece a Alma?

Uma nova postura da Medicina (de muitos) frente aos desafios da Espiritualidade (de, conscientemente, ainda tão poucos)?

Atentemos à palestra sobre a glândula pineal do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico brasileiro que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:

"A Obsessão Espiritual como doença da Alma, já é reconhecida pela Medicina http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=08634
Em artigos anteriores, escrevi que a Obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito.
No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social.

Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do ser humano e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, psicológico e espiritual. Desta forma, a Obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - O Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual obsessora.

O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença. Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença. Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos -nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura - bem como na interferência de um ser desencarnado das trevas, a Obsessão espiritual.

Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios. O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.

Na Faculdade de Medicina da USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.

Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.

Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratarem-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica, a grande maioria de meus pacientes, que são rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência) , na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico.

Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o ser integral.

Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada, para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo."

Texto de Osvaldo Shimoda


(Palestra Completa "Glândula Pineal - Dr. Sérgio Felipe de Oliveira")

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


contador gratis