Ler-te deu-me vontade de respirar: a respiração é combustão, alimenta-se de O2. Fumo um cigarro. A cabeça não para. Fui procurar um poema perdido - creio de '94 ou '95 (?) - não encontro: está mesmo perdido. Lembrou-me "sementes... de vida". Cruzo outros textos antigos de 2001. Um excerto: "Há um espaço vital, um chão e um tecto, um silêncio. Depois o espaço sem fim, o que a vista não abarca, o que os pés não caminham Nestes espaços mora primeiro a voz interior aquela que quer ser, e ser em relação com os elementos e as pessoas, aquela que se quer compreender para si"
3 comentários:
Profundo.
Beijos Nuno
Cada dia coisas melhor.
Beijo
Ler-te deu-me vontade de respirar: a respiração é combustão, alimenta-se de O2. Fumo um cigarro. A cabeça não para. Fui procurar um poema perdido - creio de '94 ou '95 (?) - não encontro: está mesmo perdido. Lembrou-me "sementes... de vida". Cruzo outros textos antigos de 2001. Um excerto: "Há um espaço vital, um chão e um tecto, um silêncio.
Depois o espaço sem fim, o que a vista não abarca, o que os pés não caminham
Nestes espaços mora primeiro a voz interior aquela que quer ser, e ser em relação com os elementos e as pessoas, aquela que se quer compreender para si"
Bem-hajas
Rui
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