sábado, 22 de agosto de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Por onde andam esses caminhos?

Por onde andam esses caminhos de amoras que se derretiam na mão antes de chegar à boca? Perderam-se os trilhos das vozes, a sussurrar por detrás dos arbustos, paralisando os passos? Por onde esse deambular sem vivalma à frente, horas a fio, a desejar as boas tardes às borboletas e aos seres entre os rochedos? Onde prosseguem esses passos mornos sem tempo, rumo à dança das andorinhas e das fadas loucas que, juntas, liquefaziam um Sol que se deixava escorrer, desfeito e terno, no Céu e no Mar? Por onde se palminha, agora, nesse expirar calaceiro da Terra, aguardando - em silêncio odoroso - as cigarras e o código morse dos pirilampos? Onde se perde esse rodopio de rosto cheio em busca da Lua - nesses caminhos até à areia molhada, tropeçando, rindo, caindo e rindo, até se adormecer - já a meio do Sonho?

domingo, 9 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Wesir e a Orquídea

Jornais

Eu, que não vejo televisão nem leio o jornal, partilho:

"Assine e recicle os seus jornais. Os assinantes de jornais podem poupar cerca de 50 por cento do preço de capa, assim como uma viagem às bancas. Cada ano, dez milhões de toneladas de jornais ainda são atiradas para os aterros e não são recicladas. Se apenas metade disto fosse reciclada, poupar-se-ia setenta e cinco milhões de árvores."


in O Livro Verde de Elizabeth Rogers e Thomas Kostigen

sábado, 1 de agosto de 2009

Reunião II

Reunião I

Gâyatrî Mantra

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Om Bhur Bhuvah Swaha
Tat Savitur Varenyam
Bhargo Devasya Dhimahi
Dhiyo Yonaha Pracho Dayat Om


We meditate on the glory of the Creator;
Who has created the Universe;
Who is worthy of Worship;
Who is the embodiment of Knowledge and Light;
Who is the remover of all Sin and Ignorance;
May He enlighten our Intellect.



O Mantra Gâyatrî terá sido registado pela primeira vez no Rig Veda (iii, 62, 10), em Sânscrito, há cerca de 2500 a 3500 anos atrás. Segundo várias fontes, este mantra (à semelhança de tantos outros) foi cantado ao Criador durante várias gerações antes desse primeiro registo.
Agora, porém, perante a alteração de paradigma neste planeta/ sistema solar, Nós somos, já, co-criadores que se auto-reverenciam, uma vez que incorporámos (ou estamos em processo de incorporar) a Luz e a Sombra em Nós. Ao ser entoado, o mantra deve, portanto, ser dedicado a Nós mesmos e ao Universo ("Mudam-se os tempos...").

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