Estranhei como se deixou "apanhar" tão facilmente...
Talvez ali tenha pousado para nunca mais levantar voo. Jamais saberei.
Vi-a pousar e não pude senão agradecer-lhe o privilégio.
Não pude, também, deixar de pensar que qualquer voo pode ser o último. Que qualquer inspirar, qualquer expirar pode ser o último. Estamos aqui por empréstimo... Somos meros convidados. Aproveitemos, pois, as asas.
3 comentários:
Asas partidas, que não são asas de partida, claro.
Mas e depois? Não é um farol um bicho de asas partidas? Ou prefere dizer, sem asas?!? :)
Suzana...
Todos temos asas... só o primeiro voo é que é confuso!
Voemos pois!... Com imaginação, poderemos ir além do infinito!
Beijos...
Todos temos um Ícaro dentro de nós.
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