quarta-feira, 3 de junho de 2009

Asa quebrada

Estranhei como se deixou "apanhar" tão facilmente...
Talvez ali tenha pousado para nunca mais levantar voo. Jamais saberei.
Vi-a pousar e não pude senão agradecer-lhe o privilégio.
Não pude, também, deixar de pensar que qualquer voo pode ser o último. Que qualquer inspirar, qualquer expirar pode ser o último. Estamos aqui por empréstimo... Somos meros convidados. Aproveitemos, pois, as asas.

3 comentários:

serrata disse...

Asas partidas, que não são asas de partida, claro.
Mas e depois? Não é um farol um bicho de asas partidas? Ou prefere dizer, sem asas?!? :)

A.S. disse...

Suzana...

Todos temos asas... só o primeiro voo é que é confuso!
Voemos pois!... Com imaginação, poderemos ir além do infinito!


Beijos...

Anónimo disse...

Todos temos um Ícaro dentro de nós.


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