segunda-feira, 25 de maio de 2009

para Ti




















(Lake District)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Não me ca n so


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Entre Nós

“O reino de Deus não vem com aparência exterior. 21 Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós.” (Lc 17:20-21)


E assim era naquele planeta.
Onde os sentimentos e os pensamentos dos seus habitantes sustentavam a realidade. Onde todos se sabiam responsáveis pelo que acontecia a si próprios, aos demais e em seu redor.
Onde todos sabiam que, fosse o que fosse que sentissem ou pensassem, haveria sempre repercussões ali ou algures e, ainda que o algures fosse distante, senti-lo-iam como se fosse dentro de si.
O reino já era dentro de cada Um, antes que todos vissem, porque ver, para aqueles habitantes, era apenas uma, entre tantas outras consequências, do Ser .
Todos se sabiam interligados, todos se liam à transparência, todos sabiam o que todos precisavam e o que cada Um precisava e todos se moviam nessa direcção, para manter o equilíbrio, que sabiam ser precário.
E o reino era dentro de todos e era só Um, sendo diferente em cada Um.
Assim, naquele planeta, cada criança aprendia, desde cedo, a Língua das Estrelas. Desde cedo, aprendia a falar com a Luz e a sombra dentro de si mesma.
Desde cedo, ela ia mudando, sucessivamente, de família, para que crescesse de forma plena, independente e sabendo que, antes de ter uma família biológica, pertencia ao Universo.
Desde cedo, cada criança sabia que o Universo queria a sua expansão e a expressão de todo o seu potencial, para o seu bem e para o Bem Supremo.
Desde cedo, cada criança sabia que era deusa e deus em evolução. Desde cedo ela sabia o fim daquela viagem, do mesmo modo que sentia que tinha que percorrer todo o caminho para saber que, finalmente, chegara e que fora ela a chegar.
Assim era.


"SAITI IMU
SARUAH IKU
SAITI SARUAH IMU
SAITI IMU
SARUAH IKU
SAITI SARUAH IMU
SAITI"

domingo, 10 de maio de 2009

Gosto de...

... estar sentada no granito a escrever.
Gosto do cheiro do alecrim misturado com a flor de laranjeira.
Gosto das minhas unhas por pintar.
Gosto quando as borboletas pousam em mim.
Gosto quando as joaninhas passeiam por mim.
Gosto que eles posem para mim.
Gosto de ampliar as flores mais discretas.
Gosto da formiga que sai do carreiro e descobre a migalha maior.
Gosto de aprender através do coração dos que sabem.
Gosto quando as palavras curam.
Gosto de gostar.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Mãe, quando eu for grande quero ser farol!

Eu quero ser sorvedouro de nicotinas e alcatrões
De monóxidos e dióxidos e desaguar diamantes
Eu quero ser incineradora de pensamentos tóxicos
e exalar oxigénio enriquecido com serotaninas, lítio e endorfinas
– sem efeitos secundários ou contra-indicações –
Eu quero ser o reagente que dissolve as trevas em fotões
Eu quero ser dissolvente de pânicos, fobias, traumas, inseguranças, complexos e todas as variantes do medo
Eu quero acabar com o segredo e começar com a surpresa
Eu quero ser catalisadora de cura
Eu quero ser o princípio da crença do fim da doença
Eu quero ser a pomba da paz
Eu quero ser o tesão dos frígidos
Eu quero ser ponte entre a loucura e a ternura
Eu quero ser reagente da expansão molecular
Eu quero ser ETAR
Eu quero congregar os diapasões de amar
Eu queria dormir

sábado, 2 de maio de 2009


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