quarta-feira, 29 de abril de 2009

Buscando un Ismo

Cerca de un ecepticismo exaservado y más que propenso a un ataque de ira que de
catatonía existencial,
ofrezco mi mirada de elefante espantado por un ratoncito,
mi zarpaso felino a una bola de hilo,
mi hululular fantasmágorico una noche de halloween,
mi pasito duranguense y un trago de tequila,
A todos esos que creen en los “ismos”
Lo sé, no me he manifestado en a favor del desarme,
Y eso es belicismo
Ni contra el calentamiento global,
y eso no es ambientalismo
Porque he hablado inocuamente de las dictaduras,
Y eso es comunismo
Porque me declarado abiertamente ateo
Y eso no es cristianismo.
Finalmente;
porque aún creo en la revolución
Y eso es terrorismo.
Quién es culpable de Hiroshima y Nagasaki, el genio de Einstein?
Quién es culpable por Chernovil y los cien mil tarados que generó?
Es lo mismo Stalin que Hitler,
Fidel Castro y Sadán Hussein,
Quién enjuició a Pinochet,
Quién le sacó la lengua a Franco,
Quién escupió a Salazar,
Quién va a detener al banco Mundial,
Africa y un negro es igual a hambre y peligro
Quien es cualpable del culpable que se nos olvidó
Los virus cibernéticos son iguales a los del alma?
Para que no se diga que en nada he colaborado,
que solo he puesto mi cara indecente,
de pedófilo frente al crepúsculo,
de sibarita ante el hambre,
Porque he barrido el suelo por un par de nalgas con forma de maniqui,
en búsqueda de labios ansiosos de esperma,
de cariño que no vale nada,
por ser un suicida,
sin pólvora,
sin filos,
sin alturas,
sin cuerdas,
sin ventanas abiertas,
En suma, por tener tan pocas ganas de abrir los ojos,
y colgar mis sueños a lo largo del dia,
plancharlos
y por tanta arruga
tirarlos a la basura.
Sí, soy culpable de detestar las ambigüedades de solución facista.
De declararme,
Moralmente incapasitado,
para poder destiniguir al PC de la Pc,
los EU de la UE
OTAN rima con SATAN?
Yo me digo,
que prefiero ser un agujero por donde no pasa hilo
una cerradura oxidada
un catalejo de lentes borrosos,
un anuncio de pasta de dientes sin sonrisas,
un cero a lado de un -1
Al final,
tan sexy como un labio lepurino
desconsertante como la mirada estrabista
inrresistible como una coca-cola
a veces incomprensible como una película de David Lynch
Por último; Y porque nunca dije:
tomen mi opinión y vendala,
toménla en cuenta,
aqui estoy,
quiero que me escuchen
que me emulen,
que me levanten un túmulo que diga:
Salve, hoo Dios de la Apnea!
Digo:
quizé parecer frío,
morbido,
calculador,
analista,
un maldito estratega,
un estúpido filosofo-cientista,
un hombre de estado,
sería más fácil ser
un cobarde que copia poemas ,
una secretaria cogiendo con su jefe,
un escritor limpiando baños porque no quiere vivir de contar sus patrañas,
La verdad nunca dije que no fuera:
-un secuestrador-violador de estrellas de cine,
que al oído les dice:
es tú mejor filme, disfruta porque esta es la más imemorable de tus actuaciones...esto es
mejor que la realidad.


Rober Diaz*

terça-feira, 28 de abril de 2009

sábado, 25 de abril de 2009

Gosto de...

... ursos e abraç*s.

para Ti

(Válega)

J'aime bien...




... des encores!


Por ter desmaiado anteontem, pela primeira vez em 36 anos, apeteceu-me vir aqui escrever a palavra Vida com letra maiúscula; talvez por ser a coisa mais importante...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Gosto de...

















... juntar coisas para que não pareçam lixo.

terça-feira, 14 de abril de 2009

AMar é isto

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(MirAMar)


Não há dia nem há noite. Apenas a ilusão do caminho. Já somos tudo.

Pura






















Sem tratamento, sem ambiguidades, sem filtro, sem manipulação, sem assinatura. Apenas pertence ao Universo. Merece a Luz. Emana Luz.
Porque também é sombra e a compreende, aqui será Luz para sempre.

O Olhar de Sofia






















Bem hajas, Sofia, por me teres concedido este momento de, simplesmente, ser coisa, fazendo parte da Coisa... Sobretudo, sem ter de ser mais coisa nenhuma, sendo esta coisa tão imperfeita.

Tão bOM!

Ressurreição é mais do que um conceito

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

"My Cherie Amour"















"My cherie amour, pretty little one that I adore
You're the only one my heart beats for
How I wish that you were mine"!...



sexta-feira, 10 de abril de 2009

Hoje: Devi e os seus devines

Anteontem: Água e Lua























(Entre a minha praia e a minha casa)

Não é poema


(Na minha praia)

"Oh, how lucky I am!..."


Respiro, logo acredito

Eu gosto que me chamem “aldeã”, “rural”, e por aí. E admito, até, que existam aldeões bem mais civilizados do que eu, senão vejamos: em casa encontro-me sem televisão e possuo um leitor de DVD que funciona apenas quando lhe apetece, sobrando a rádio e a internet. Depois há os modems que vão desfilando e avariando (já vou no 4º em menos de um ano) e os blackouts domésticos extemporâneos. Não são raras as vezes que carrego no interruptor e gera-se a escuridão: “Hmph! Mais uma lâmpada!… Vamos lá ao quadro… Talvez tenha que ver com a carga eléctrica… Algum desajuste…” – monólogo interno de leiga. Mas, então, por que são poucas as casas de amigos que resistiram a uma lâmpada fundida, quando fui eu a carregar no interruptor? Jamais saberei… (Ou talvez saiba.)
Sem televisão, aldeã-suburbana, entre florestas de aviário (Parque Biológico e afins) e passadiços na praia, sempre com o som familiar (e tão dispensável) dos automóveis ao fundo, primata da tecnologia, andarei mais acordada, mais afastada do paradigma da escassez, com mais tempo para a fantasia, para o sonho, para a fuga? Aprenderei, no escuro, a encontrar a Aldeia-total-cá-dentro, esteja onde estiver?
Quando não posso vir para Cá (Aldeia I) haverá um recanto onde Saturno e Urano não estarão em oposição todo o ano, um espaço onde entendo a morte, o sofrimento e a solidão?
Cogito demais. Sonho também demais, mesmo muitas das vezes consciente de ser Eu o sonho.
Quando assim estou, limpo a casa às escuras e em silêncio, com um sorriso paciente, recém-descoberto. Sei que estou aqui por empréstimo. E é, justamente, neste ponto que me ocorrem ao pensamento os meninos palestinianos e os meninos tibetanos e os meninos que desconheço (porque nunca li ou ouvi falar deles, mas sei que estão por aí) e olho para aquela garrafa de água, que nunca há-de ser enchida (porque a água potável vem presunçosamente da torneira para o copo) e tento imaginar, por hipócrita solidariedade, o som da parede do quarto a rachar com um míssil ou como será ter 5 anos e vender o corpo, para poder alimentar-me e à família, a um chinês ou a um turista, no meu próprio país, onde não posso falar a minha própria língua e…
É… Deveria ser esta a ficção, mas não. Somos nós todos ali. Nos entanto, eis-nos aqui, deste lado – aldeões, suburbanos, cosmopolitas? E eu, onde estou e o que sou, assim nesta aparente distância?
E é, justamente, neste ponto que o coração começa a bater mais depressa, entre a revolta, a angústia, a ilusão de estar segura e a impotência bruta, sabendo que cada batida me aproxima mais da morte, mas faz-me sentir tão viva e tão estupidamente inútil.
É neste bater assaralhopado que substituo o sinal da cruz pelo sinal do coração e deixo orações nascerem à medida que as palavras se desentopem da boca... Deixei de as controlar. Vomito.
“Talvez seja o reequilíbrio” – apaziguo-me. “Talvez todos tenhamos o que merecemos, do átomo, à nação, ao Planeta…” – sinto.
Respiro. É o que me resta.
Na minha imaginação vive um Planeta. Está perto, mas é ainda demasiado diferente. Se eu pudesse fazer copy-paste da imaginação, ou upload (ó p’ra mim primata tecnológica a escrever!) mostraria como era. As palavras não são nada quando não há alma na sua génese. Por isso não consigo parar. A falta de erudição e de sentido artístico não são a questão. Um amigo meu diria: “caguei!”
“A questão é” como se aguenta uma ilusão que nos habita, ocupando já tanto espaço dentro de nós, mas estando ainda tão distante da realidade?
“A questão é” como se aguenta a felicidade neste santo vegetar por este “jardim-à-beira-mar-plantado”, sem fazer um corno para que as coisas mudem?
“A questão é” como saber o que está e o que não está ao alcance da minha mão, se não fizer nada para saber?
E, de repente, este querer, forçosamente, ser aldeã e ouvir todos os dias o doce-chilrear-dos-pássaros-sem-automóveis-ao-fundo e respirar prana-puro o dia todo, soou-me a provincianismo petulante e egoísta: “Suzana Maria, há tanto para fazer na cidade e tu aqui!”
A Aldeia lá estará nas tuas horas enfermas. Aguenta-te na cidade, inteira, fala às plantas e às pedras, porque só elas te entendem, realmente, e respira. Será assim tão pouco?

quinta-feira, 2 de abril de 2009


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