sábado, 7 de fevereiro de 2009

Esperança II


(Ontem, a caminho de casa.)

2 comentários:

serrata disse...

Ora sendo o arco-íris uma refracção/reflexão, cada um de nós vê um diferente - o seu.

Eu e tu, por exemplo, apontamos forçosamente para sítios diferentes, quando apontamos para um "mesmo" arco-íris.

Como é que então nos conseguimos encontrar em coisas que são diferentes?

Serão mesmo diferentes?

Será porque vemos com os olhos do outro - entrando dentro dele portanto?

Não é fácil, mas acontece. E quando acontece tem-se a sensação de saída do próprio corpo, claro.

Podemos dizer que a poesia é um "arco-íris"? Não no sentido lírico da expressão mas antes físico, científico.

Que coisa tão estranha.

Suzanna disse...

Que coisa tão boa.


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