quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Let's

Reflectir. Porque Natal e Carnaval são todos os dias. Porque “nada se cria, nada se perde”, tudo se interliga. Porque umas pessoas parecem que se vão, mas ficam mais do que nunca. Porque outras parece que aparecem, mas sempre estiveram. Porque eu posso renascer sempre que eu quiser, mas preciso de rituais. Porque eu sou um ser humano e esta noite vou usar cuequinha cor-de-rosa nova, sim senhoras e senhores… Porque, embora a minha vida apenas comece aos 38 - o mais tardar - eu já ressuscitei há milénios. E 2010 não será um ano qualquer, nem mais um ano. E não é para se ter medo dos relâmpagos, nem dos ventos, nem dos movimentos das placas tectónicas. É, repito, para se sorrir em tempo real. Que é [o tempo que fazemos].
Agora, sim, “let’s dance!”...

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

sábado, 26 de dezembro de 2009

sem título

Simon est mort
Simon está muerto
Simon is dead

e não terá sido inédito: leucemia rimou com pneumonia
enquanto ele ia; todavia, não devia, que bem o sabia
porque a saudade da companhia certa faz, por vezes, tocar à campainha errada
e parecem meras letras escritas em cima da cabeça,
porém é essa a ilusão

e os corrompidos até poderão esfregar as mãos pelo seu pretenso silêncio
e o cabelo dela ainda ondular no ar depois desse gesto hierático
– como um berilo –
e até o teclado apoderar-se do pó e da cinza,
mas é a saga da ilusão
porque os corrompidos não entenderam que o seu rouge é de longa duração
(como as pilhas de alguns gatos)
assim como não compreenderam que
a liberdade foi a prenda que ele se ofereceu neste Natal
e a ela
uma liberdade por embrulhar
por ser [demasiado exacta]
daquelas que aliciam a continuar jornadas
(na sua pretensa ausência)
para que ela acreditasse na presença deles
e na nossa
bem como nestas palavras

: que ele sempre soube que ninguém precisava de ninguém para se proteger,
mas havia palavras por dizer que foram ditas
– como águas-marinhas –
palavras que fizeram vidas
e mais palavras que atestaram outras
que irão continuar
e agora
Simão morreu,
mas não é a morte:
“é a vida!”
e a vida não é [Coisa] para chorar


Suzana Guimaraens

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

:-)
























A Rita foi das minhas primeiras bonecas.
Há dias partiram-lhe, sem querer, o braço esquerdo, mas já está como nova e com uma cicatriz para contar a história.
A estrela de latão fui eu que a fiz para enfeitar a toca. Só me sobraram mais duas; mas, no conjunto, é mais do que o suficiente.
Nesta quadra, a Rita chama-se Mãe do Mundo e a estrelinha é a sua mensagem que nos diz que não precisamos de ter frio, nem ter esperança - apenas [deixar] a alma sorrir em tempo real.
Felizes [todos os] dias...

domingo, 20 de dezembro de 2009

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

"Oui, c'est moi..."

Pois...

Também peço cada coisa :o)

Poemas com a palavra "pedra(s)"! Tssddt! Como se as pessoas não tivessem mais nada para fazer...
Como se alguém viesse a este blogue perder tempo! *Ai ai*

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Precisa-se

Precisa-se de "poemas com pedras" para aqui:

http://www.pedrassuspiram.blogspot.com/


Aberto o casting a partir de... Agora :-)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Perco a coragem

- Preciso expandir-me, aperfeiçoar-me...
- O Universo também.
- ... mas, por vezes, perco a coragem...
- Assim, o Universo também perde.
- E quem sou euzinha para influenciar o Indescritível?
- És um coração dentro de um coração dentro do coração de um só Organismo - o teu - que se quer maior e mais perfeito.
- "Assim na Terra como no Céu"?
- Sempre assim foi - mas parece que, por vezes, perdes a coragem, como se ainda houvesse tempo.

sábado, 5 de dezembro de 2009

O meu namorado























É forte e salta do 3º andar.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Gosto de...

















Árvores, Céus e Pássaros.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Marcadores de Livros






















Cada um é uma Coisa única (sim: desenhado e pintado à mão).
Cada um custou-me cinco euros (sim: perdi a cabeça).

Mas há mais, muito mais, para além de marcadores. Para vosso deleite - simples! - basta ir à casa ao lado.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

Para Vós




















(Tirada em Tomar)

Fim?

Fim? Não, obrigada.

Felicidade? Sempre que quisermos.


Abraç*-Vos

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Transformação, talvez.























(Perto da "minha" Praia)

Há que dizê-lo: mesmo em criança nunca fui muito nessa coisa de "finais felizes". Não por não aceitar a felicidade enquanto conceito e realidade tangível; mas porque a existência de um princípio, bem como a de um fim, nunca tiveram o sentido profundo que buscava.
Faltava sempre, sempre qualquer coisa... E o antes e o depois? Sendo que, haveria um "antes" e um "depois"?
Terão os heróis sido privados do seu direito à involução ou à evolução, apenas porque alguém decretou um Era uma vez... e um ... e viveram felizes para sempre?

Mas, falemos de transformação e: talvez! Não à guisa de Alfred Hitchcock, Antoine Lavoisier ou à de alguns físicos quânticos. À minha guisa, mesmo, com todos os meus arcaismos, paradoxos e bancos vazios.

Até sempre.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Palavras de um Sábio

"Os cabelos brancos são mais fortes e mais indisciplinados."

Hugo Guimarães


Confirmo-o empiricamente: vejo-os a aparecer todos os dias e aprecio, serena e orgulhosamente, esta indisciplina e força crescentes...
"Quem sabe, sabe!"

Ritual


















Gosto de dançar ao som do vento e do crepitar do fogo.

Intuição

"O conhecimento intuitivo possui um carácter de certeza que levou Espinosa a considerar a ciência intuitiva como a mais alta forma de conhecimento."

C. G. Jung


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Porto... Somos Nós ;-)

























(Montagem de Bambi com coordenação gráfica de Néné)

Para a Néné e para o Bambi























Está viva! Ela e nós.
Não sei se vos tinha dito, mas gosto delas vivas, de raiz na Terra e pétalas no Ar.

Bem hajam... Porque convosco a vida é mais Vida.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

"Mas que coisa!!..."



Um logotipo feito por mim, ainda no século passado (em 1999, para ser mais precisa), assim assumido como sendo da autoria, nem sem bem de quem... Assim usurpado, assim manipulado, assim, simplesmente, roubado...

I'm "spokeless", que é o grau acima de speechless... E daí, talvez não: falta de honestidade intelecutal e de criatividade não devia dar prisão, não; deveria dar queda de dentes, de cabelo, crescimento súbito do nariz e de orelhas de burro hirsutas e carracentas e, já agora, impotência perpétua.
*suspiro*

Pronto! Já me sinto um pouquinho melhor...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Tal fora, tal dentro






Terá a castanha consciência de que um dia fora una com o ouriço - veludo e espinhos?


sábado, 24 de outubro de 2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Para Z

Mulher do olho de vidro, punhas de molho o olho e os teus remorsos, em água choca, num copo de vidro, para adormeceres com um buraco, como um buraco, imenso e disforme, tu e o vidro – e mais ninguém. E foi só para ver se morreste – e não por bem – que fui ao teu funeral – com mais ninguém. Leva contigo o meu inferno, onde hás-de arder, devagar e de mansinho, por decreto meu e de toda a tua família – que sente nojo, sim, mas só do olho, pobrezinho! – E, ainda meia cadáver e já em brasa, o teu olho há-de saltar e eu logo o hei-de apanhar para brincar aos berlindes da varanda do 7º andar da minha nova casa…

Para Q?

Para que serve uma boca
que não fala?
Para que serve um corpo
que não se sente?
Para que serve um talento
que não se materializa?
Para que serve um olho - sempre aberto -
que não (se) vê?

domingo, 11 de outubro de 2009

sábado, 10 de outubro de 2009

Or-acções

- Dada?

- Sim?

- Faz alguma diferença eu não pedir recibos no multibanco pensando poupar árvores, não usar sabonete líquido pensando evitar fazer-se mais plástico, usar lâmpadas económicas e retirar os carregadores das fichas e...

- Sim, toda.

- Toda?

- No teu universo que, afinal, é o universo de todos.

- Mas sinto-me alienada, ridícula, até, ao empenhar-me em gestos tão insignificantes, que mais me parecem perdidos...

- Os teus gestos simples são orações acompanhadas de acção.
São or-acções que brotam do teu coração, do coração do Planeta - que tu anseias apaziguar - e do âmago do próprio Cosmos.
Todos esses corações são um e o mesmo Coração em diferentes escalas, para onde se dirigem os teus actos, apenas nas tuas palavras, perdidos... Limpando, curas. Curas-te.
O Coração apenas Um: n a d a l h e s c a p a.

(silêncio)

- Dada?

- Sim?

- Este "Nosso" Coração sente que as or-acções são ainda muito poucas...

- "Ainda". Mas até uma grande epopeia começa com apenas uma pequena, quase perdida, palavra...

Para Ti

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pedras Vivas







Vi-as e, iria jurar, elas a mim.
É daquelas coisas que gostaria de ter sido eu a almar...

domingo, 4 de outubro de 2009

Porquê o porquê?

Porque é que os nossos pais não fazem perguntas e só os filhos é que as têm de fazer? Porquê?”

E por que é que não podemos ser nós a partilhar as “respostas”, mesmo sem que tenham de nos fazer as perguntas de que estávamos à espera? (E “nisto” não há idades, sabes bem.)

Por que razão é que não podemos abrir a boquinha sozinhos e desentupir as palavras que nasceram para ser soltas? Por que razão preferimos viver entupidinhos, agarradinhos a esse misto viciante de revolta e pena de nós próprios?

E por que, por outro lado, somos tão espertinhos ao dizermos tantas outras coisas que nunca pediram para ser ditas, que tanto magoam e expõem os outros, e não dizemos, com a mesma naturalidade e secura, aquilo que é urgente que se saiba de nós? Aquilo que, realmente, nos libertaria? Mesmo sem que tenham que nos fazer as perguntas certas na hora certa? Os nossos pais, os nossos amigos, os nossos companheiros, os nossos psicólogos e, porque não, todos os outros não-nossos?

“Como foi o teu dia?” “Viste algo de diferente hoje?” “Foste ao cabeleireiro?” “Quer dançar?” “És feliz?” “Como te sentes?” “Precisa de ajuda?” “O que precisa, ao certo, para se sentir bem?” “O que queres que eu te faça agora?” “Alguém te fez mal?” “Que mal te fizeram?”…

Por que é que os outros têm de ter o valor de adivinhar o valor de uma pergunta? E nós, o desvalor de não conseguirmos formular as nossas próprias questões e de dizermos o que precisamos, mesmo tendo o cérebro, o aparelho fonador e todos os dedos operacionais?

Teremos medo por sabermos que as coisas jamais voltarão a ser o que eram depois da verdade partilhada? E a responsabilidade ser nossa, apenas por não terem sido os outros a perguntar? Ou preferiremos viver com e nos nossos segredos e cruzes de estimação, por sermos incompetentes para vivermos de outra forma? E por que haverá tantas questões a fazer sobre as perguntas… ?

Mas, olha: a resposta é "Sim". Não à pergunta que fizeste, mas a outra que nem chegaste a formular: se conseguimos descarregar os outros dos seus dramas que os impedem de fazer as perguntas...

Porque, no fundo, era isso, não era? Porque, no fundo, tu sabes e eu sei que quem não formula as perguntas também tem o seu tumulto de dramas e rol de perguntas por responder.

Sim, a resposta é, incondicionalmente, afirmativa. Podemos ajudar quem não sabe ou não quer fazer perguntas - apenas dando o exemplo: descarregando os nossos próprios dramas sem que tenham de nos fazer as perguntas “certas” na hora certa. Demasiado simples? Admito.

"A questão é" se queremos descarregar o fardo. Se sentimos necessidade de mudar e de deixar cair devagarinho os nossos segredos e as nossas cruzes, enquanto deixamos crescer algo que nos torna, assustadora e irremediavelmente, diferentes, mais leves, todavia, maiores. Essa insustentável liberdade e essa incomensurável coragem de assumir a Resposta.

E pode nem ser por palavras, tudo preto no branco. Pode até ser desenhando, pintando, cantando, fotografando, dançando, um "ando" qualquer, desde que a resposta vá surgindo…

Mas, quereremos? - Que, afinal, também não passa de um ponto de interrogação. Mas, desta vez, um que colocamos apenas a nós mesmos. Porque é em nós que tudo começa e tudo acaba. Mesmo que não tenhamos começo nem fim.

E, já agora, como te sentes?

Vamos dançar?...

E depois, tu

E depois, tu

Por uma força qualquer no arco das ramadas,
aprendi a iludir a insónia
com voltas muito certas de massa folhada ou bilros
e a não deixar a fruta sucumbir.

Por uma força qualquer no rigor da sombra,
habituei-me ao desenho das rotundas
e ao papel do vento nos relógios.

Aceitei por fim uma certa forma de medir o sal,
de pesar o medo, de não desconfiar do silêncio das portas
ou da firmeza dos cabides.

Havia uma regra, uma força qualquer no arco das ramadas
e no rigor da sombra.

E depois, tu.


David Fernandes


Pelo "rigor" de certas coisas...

domingo, 27 de setembro de 2009

Ouro, sim.





















O Seu Olhar Dourado e o Seu Coração Dourado captaram um momento Dourado.
Só quem está conectado ao Ouro compreende o Ouro. Não o ouro de mina que mina, não. É Ouro de cima, que contagia e amplia, que jamais oxida. Não é: "é a vida!" (vidinha de mineiro...) - é Vida! É o Filão. O derradeiro contacto.
Que se expanda, pois, o Ouro no tempo e no espaço. Que estes momentos dourados reverberem através de nós, até ao âmago dos outros seres - que também se querem dourados - e se convertam em mais do que meras orações e minutos esparsos. Que a alquimia aconteça entre campos de trigo, mergulhos ao pôr-do-sol, filas de trânsito...
Asas para quê?! Se já somos? Se, assim mesmo, voamos cada vez mais alto? Se, assim mesmo, ofuscamos cada vez mais? Se, assim mesmo, é que vale mesmo a pena?

"Que assim seja." Assim já é.

domingo, 6 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009


















(Carvalhais - S. Pedro do Sul)

Quem é Dada?

- Quem é Dada?

- Dada é uma criança de dois anos e meio e, não, não tem, rigorosamente, nada que ver com o Dadaísmo.

- Porquê Dada?

- Dada, porque dar, sem querer receber nada em troca, é a coisa mais bonita; mas desafio, quem tiver tempo, vontade e loucura suficientes, a providenciar qualquer outra explicação... Acho que Dada iria gostar.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

"Chegámos à Lua... E agora?"


Esta foi a fotografia possível de um anel chamado "Chegámos à Lua... E agora?" que encontrei, por feliz acaso, na feira medieval de Santa Maria da Feira.
Um anel para usar, para contemplar, para sentir...? Não cheguei a uma conclusão - seria para chegar? - a não ser que estava perante uma coisa com alma.

"Chegámos à Lua" e não existia um único computador operacional, um único jogo de tabuleiro, um único CD interactivo na ínfima sala de Educação Especial de uma escola pública, que albergava diariamente, e em simultâneo, 14 alunos com "Necessidades Educativas Especiais de Carácter Permanente", com os quais era suposto implementar um "Programa Educativo Individual".
"Chegámos à Lua" e há pessoas a morrer de fome enquanto escrevo e há, até, quem lhes tire fotografias e ganhe um prémio com isso.

Não é, todavia, isto que somos, nem é este o nosso ponto de chegada. Na verdade, não é preciso ir muito longe para encontrar "destinos" importantes. Talvez, até, seja mais importante o caminho do que o destino. Talvez o caminho seja "daqui-ali", daqui-aqui... Estamos a descobrir.
Podemos ver mais peças, para envergar e/ou despoletar emoções e eventuais conexões com o que, realmente, somos, aqui: New-Karma.
Boa viagem.


Tu sabes

- Dada?

- Sim?

- Somos tantos...

- São.

- E se começássemos a pensar em usar veículos a hidrogénio ou a electricidade?

- Mais tarde ou mais cedo, fá-lo-ão.

(Silêncio)

- Dada?

- E por que não já?

- Pela mesma razão que não se concretizam tantas outras coisas que já poderiam e deveriam existir.

- Que é qual?

- Tu sabes. Apenas não te lembras.

(Silêncio)

- Dada?

- Sim?

- A minha memória desperta a carvão...

sábado, 22 de agosto de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Por onde andam esses caminhos?

Por onde andam esses caminhos de amoras que se derretiam na mão antes de chegar à boca? Perderam-se os trilhos das vozes, a sussurrar por detrás dos arbustos, paralisando os passos? Por onde esse deambular sem vivalma à frente, horas a fio, a desejar as boas tardes às borboletas e aos seres entre os rochedos? Onde prosseguem esses passos mornos sem tempo, rumo à dança das andorinhas e das fadas loucas que, juntas, liquefaziam um Sol que se deixava escorrer, desfeito e terno, no Céu e no Mar? Por onde se palminha, agora, nesse expirar calaceiro da Terra, aguardando - em silêncio odoroso - as cigarras e o código morse dos pirilampos? Onde se perde esse rodopio de rosto cheio em busca da Lua - nesses caminhos até à areia molhada, tropeçando, rindo, caindo e rindo, até se adormecer - já a meio do Sonho?

domingo, 9 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Wesir e a Orquídea

Jornais

Eu, que não vejo televisão nem leio o jornal, partilho:

"Assine e recicle os seus jornais. Os assinantes de jornais podem poupar cerca de 50 por cento do preço de capa, assim como uma viagem às bancas. Cada ano, dez milhões de toneladas de jornais ainda são atiradas para os aterros e não são recicladas. Se apenas metade disto fosse reciclada, poupar-se-ia setenta e cinco milhões de árvores."


in O Livro Verde de Elizabeth Rogers e Thomas Kostigen

sábado, 1 de agosto de 2009

Reunião II

Reunião I

Gâyatrî Mantra

<

Om Bhur Bhuvah Swaha
Tat Savitur Varenyam
Bhargo Devasya Dhimahi
Dhiyo Yonaha Pracho Dayat Om


We meditate on the glory of the Creator;
Who has created the Universe;
Who is worthy of Worship;
Who is the embodiment of Knowledge and Light;
Who is the remover of all Sin and Ignorance;
May He enlighten our Intellect.



O Mantra Gâyatrî terá sido registado pela primeira vez no Rig Veda (iii, 62, 10), em Sânscrito, há cerca de 2500 a 3500 anos atrás. Segundo várias fontes, este mantra (à semelhança de tantos outros) foi cantado ao Criador durante várias gerações antes desse primeiro registo.
Agora, porém, perante a alteração de paradigma neste planeta/ sistema solar, Nós somos, já, co-criadores que se auto-reverenciam, uma vez que incorporámos (ou estamos em processo de incorporar) a Luz e a Sombra em Nós. Ao ser entoado, o mantra deve, portanto, ser dedicado a Nós mesmos e ao Universo ("Mudam-se os tempos...").

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Viagem no Tempo

















(Selos brancos maçónicos - dois dos sui generis objectos que podem ser vistos nesta exposição.)


É aqui que decorre uma viagem pela República Portuguesa, pela Maçonaria e pela 2ª Guerra Mundial, até ao final do mês de Agosto.

Uma exposição de Coisas com Alma e História, adquiridas por Aires Henriques ao longo dos anos, com paixão, mas sem obsessão, para que mais mentes saibam e recordem, para que mais almas se expandam...

A prova, à disposição de todos, de que quem sonha e "põe mãos à obra", é capaz de tudo, mesmo sem ter de "vender a alma".

Parece que vitrines são bem vindas. Quem a/as tiver e puder ceder, para que se possam comprar e reunir mais Coisas, por favor, contactar: geral@avillaisaura.com / 236 485 246/ 919 856 297.

Bem hajam e, se estiverem por perto, não percam esta oportunidade única em todo o país.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Sequência Única

Recebi, agorinha, via email:

"ÀS QUATRO HORAS, CINCO MINUTOS E SEIS SEGUNDOS DO DIA 7 DE AGOSTO DESTE ANO,

O TEMPO E A HORA SERÃO:

04:05:06 07/08/09

ESTA SEQUÊNCIA NUNCA ACONTECERÁ DE NOVO."


É no meu aniversário. Coisa com piada, mas prometo que não vou dar em numeróloga...

domingo, 5 de julho de 2009

"Minha cuôisa bóua"...



















... Já tem nome. Começa por W.

7

Sendo que os números são coisas e eu tenho esta coisa de querer misturar a Alma nelas, aqui vai…

Segundo Pitágoras, o 7 é o símbolo gráfico sagrado e perfeito de qualquer manifestação do Divino, tanto na Terra, como no Kosmos ("assim na Terra, como no Céu...").
Deste modo, temos:

7 dias da Criação
7 raios da Luz sem fim
7º Céu
7 Arcanjos do trono de Deus
7 degraus da escada de Jacob
7 planetas sagrados com aura astro-etérea de ascenção astrológica até à perfeição
7 cores do arco-íris
7 dias da semana
7 notas musicais
7 artes
7 chakras principais
7 grupos de vértebras
7 orifícios do crânio
7 virtudes humanas
7 pecados capitais
7 anos para cada fase

E deve haver mais - nós é que ainda não sabemos...

Já agora e (como se fora) só a título de curiosidade, nasci num dia 7 e somando a minha data de nascimento, “noves fora”, dá... Adivinhe.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

domingo, 28 de junho de 2009

"Oh, patiêgo, olh'ó balonhe!..."





















E ali ficámos a olhar - assumidos patêgos - a vê-lo a afastar-se... Até ficar pequenino, do tamanho de todos os outros, de tantas dezenas de outros... Até desaparecer, como tantas outras coisas.

"Pede um desejo..."





















E eu pedi...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

R & S

- Mamã...?
- Sim?
- Quantos bem hajas caberão num blogue...?
- Os que tu sentires.
- Mas, Mamã, são tantos...
- Nesse caso, esquece o blogue.
- Esqueço, mas posso deixar os bem hajas transbordar, que tu sentes..?
- ...





sexta-feira, 12 de junho de 2009

Continuo...



















... assim, sem ver nada, vendo tudo.

domingo, 7 de junho de 2009


contador gratis