quinta-feira, 20 de novembro de 2008



O tempo parou sem que a abóboda celeste deixasse de girar.

Uma estrela cadente tão próxima, tão veemente, ainda assim, demasiado fugaz...

Deixei lá uma susana, que já não fazia sentido, mergulhada nas águas. De vez em quando lembro-me dela, com ternura.

Hei-de deixar lá mais susanas e regressar sempre Suzanna, cada vez mais perto...





EU

1 comentário:

Nelson disse...

Em cada ida e a cada regresso, nos vamos renovando. Nada será como antes, poderemos certamente fazer um novo caminho e um novo "eu" em cada um de nós!


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