quinta-feira, 4 de setembro de 2008

As Cores do Meu Tempo

O que seria do Branco sem o Preto e vice-versa?...

Por que é que, agora, o Branco se cola tanto à minha pele?

... Uma segunda pele... A espuma na crista da onda, o véu de organza que tinge a noite cerrada.
Ao ritmo de um nascer-do-Sol, o Branco, simplesmente, irrompe.
A minha Aurora.
Todas as cores e só uma, A Cor, imolando-se nos meus corpos, à guisa de tela incauta e ávida, por estrear.

Sim, é o meu tempo do Branco, da Luz, da expansão, da volição...
De areais por calcorrear, de páginas por escrever, de nuvens por espremer.
É urgente dançar com as estrelas, é urgente ser o Cristal... E há um tempo para tudo.

Farewell, "Woman in black"!... You've done your time.


eU


(Alannah Myles, your "Black Velvet" is now rough, still, necessary...)

1 comentário:

Nelson disse...

É bom sentir-te assim leve!


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