quinta-feira, 17 de julho de 2008

Do tempo em que eu acreditava…


(Barragem da Queimadela)

O Galope Perdido


Distante galope por onde andais?
Qu’esta minh’alma sem vós vagueia
Por entre as sombras dos choupais,
Despida ao olhar da Lua cheia.

Nas águas frias do ribeiro
S’espelha esta alma ferida
Em anseio p’lo cavaleiro
Quem me tem em coita sofrida.

Se vosso senhor por mim s’enleva
Rompendo na noite a escuridão
Minha luz consome a treva
Por ele vive em devoção.

Sinto, galope, já não tardais
Que o Sol ao nascente chega
Traz consigo o canto dos pardais
Por fim a minh’alma sossega…

O galope outrora perdido
A terra nua faz arder
Vem p’lo desejo impelido
Para não mais se perder

Eis galope que regressais!
Apesar de dorido e cansado
Trazeis-me auroras boreais
Trazeis-me o... tão ansiado.

16 anos

(Pronto, tem pleonasmos e hipérboles um tanto ou quanto... Enfim, tenra idade... Tsk, tsk!
As contracções devem-se ao facto de estar musicado e a métrica ser ao milímetro... Eeheheh!... O.K. eu, sei… E, já agora, a música era assim: Nananana na na na nananaaaa...)

eU

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