quarta-feira, 26 de março de 2008

Árvore-Móvel


(pintura de Suzanna)

Na marcha surgem muitas bi-tri-furcações.
Na marcha, por vezes, é preciso parar.
Na marcha é necessário que o reorientar seja constante e atento.
Caminhando, a árvore-móvel pode perder-se a qualquer momento.
É esse o risco; é esse o sortilégio.
Não há mapa na caminhada da árvore-móvel. Nem o astral é determinante.
Sabe, ainda assim, que está na trilha do "mais" e sabe para onde vai.
Mais, mais, mais, mais...
E mais.

Suzanna

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